Palco e Memórias
Mestre Galo Preto
📷 Instagram
🐓 Mestre Galo Preto — Tomaz Aquino Leão
Coquista, Repentista e Embolador de Bom Conselho de Papacaças, Pernambuco
Da comunidade do Quilombo Rainha Isabel, em Bom Conselho de Papacaças, interior de Pernambuco. Aos 8 anos já fazia suas primeiras emboladas; aos 12, foi descoberto pelo poeta Ascenso Ferreira, que o levou à Rádio Clube de Pernambuco. A partir daí, sua voz e seu talento percorreram o Brasil inteiro, dividindo palco com grandes nomes como Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Gravou seu primeiro disco aos 82 anos, deixando mais de 300 composições. É Patrimônio Vivo de Pernambuco, guardião do Coco de Roda e da sabedoria popular.
Galo Preto um autêntico pernambucano — sério, de coração que não se mede o tamanho. Sempre que pude, o acompanhei. É um grande artista com quem muitos percussionistas gostariam de tocar. Uma humanidade sem descrição. Tive a honra e a bênção de Deus em poder acompanhá-lo em apresentações, nas terras Pernambucanas e fora. 🙏🏿
🤝 Neste Encontro Histórico dos 20 Anos:Mestre Galo 📷 Instagram
Estivemos juntos — eu, Mestre Galo Preto, Zé de Teté de Limoeiro e Arnaldo do Coco do Amaro Branco — reunidos no 20º Encontro Pernambucano de Coco. Quatro caminhos, quatro regiões, quatro vozes de uma mesma raiz: o Coco de Roda. Do Agreste, da Zona da Mata, do Litoral e de Olinda. Cada um com seu ritmo, sua história e sua sabedoria. Um momento de honra, de gratidão e de alegria em ver a nossa tradição viva e forte, reunida num só batuque. 🙏🏿🥁
Festival A Hora do Coco na Fundição Progresso, Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2016. Apresentação de Mestre Galo Preto, Dona Nininha do Coco, Arnaldo do Coco e Pacheco Cantador durante as Paralimpíadas Rio 2016.
- ✅ Dona Nininha do Coco — guardiã da tradição. 📷 Instagram
- ✅ Arnaldo do Coco — do Amaro Branco, Olinda. Arnaldo do Coco 📷 Instagram
- ✅ Pacheco Cantador — repentista e embolador "Em Memória"
- ✅ Willy Peixe: músico e artista pernambucano,de Peixinhos Olinda.Willy Peixe 📷 Instagram Farol d'Ávila 📷 Instagram
Farol da Vila é a produção que idealizou e levou os grupos em varios palcos da cultura popular em Pernambuco. Juninho do coco da nova geração do coco de Roda, Toquei com ele no grupo Coco de Selma, É a revelação do coco atual.
Juninho do Coco 📷 Instagram Mestre Juarez da Tabajara — Olinda, Pernambuco
levando adiante o Coco de Roda e a Ciranda com raiz e força.
É também criador e guardião da Ciranda Tabajara, mantendo viva essa manifestação ancestral nas terras de Olinda.
Pertence a uma família de grandes mestres — sendo sobrinho do respeitado Mestre Juarez do Agreste, de quem herdou saberes e cantigas.
Dois mestres com o mesmo nome, dois caminhos que se encontram na mesma raiz: o coco e a ciranda que vêm de longe e continuam vivos. 🥥🎶
Mestre Juarez 📷 Instagram
O Coco de Seu Mané — grupo formado por seus filhos, que tocam e cantam as toadas herdadas do pai. O grupo é coordenado por Mestre Ulisses Cangaia, filho de Seu Mané, rabequeiro, mestre de capoeira e guardião dessa memória.
Gravaram em 2020 o disco "Coco Voltado, Vol. 3", levando adiante o legado que nasceu na terra, no chão batido e no coração de uma família. 🥥🎶
Coco de Seu Mané 📷 Instagram 🥥 Dona Glorinha do Coco — Brilho e Raiz
Dona Glorinha do Coco é uma das vozes mais queridas e respeitadas do Coco de Roda de Pernambuco. Com alegria contagiante e sabedoria que vem de longe, ela canta e preserva as toadas que nasceram nas rodas, nas terras e no coração do povo. Mulher de força, de sorriso e de tradição — leva o coco adiante com brilho, alma e muita doçura! 🧡🙏🏿"in memoria"
Dona Glorinha do Coco 📷 Instagram
🥥 Dona Cila do Coco — Doçura e Raiz
Dona Cila do Coco é uma das guardiãs queridas do Coco de Roda de Pernambuco. Com voz suave e sabedoria que vem de gerações, ela preserva e canta as toadas que nasceram nas rodas e no chão batido do nosso povo.
Mulher de doçura, firmeza e fé — mantém viva a tradição com amor, respeito e a alma inteira entregue ao coco! ✨🧡🙏🏿
Cila do Coco 📷 Instagram Diviol Lira — Sanfoneiro, Músico e Guardião da Cultura
Diviol Lira é sanfoneiro, jornalista e músico. Atua como assessor de Cultura Popular da Secult-PE, levando adiante não apenas o som da sanfona, mas também o cuidado, o respeito e a valorização da nossa cultura raiz.
Toca com alma e trabalha para que a tradição nunca se apague! 🪶🎶
Divi Ollira 📷 Instagram
✨ Alexandre L'Omi L'Odò
Alexandre L'Omi L'Odò — de Peixinhos, Olinda — é sacerdote juremeiro, historiador, pesquisador, músico e produtor cultural. Seu nome, em língua Yorubá, significa "das águas do rio". É coordenador do Quilombo Cultural Malunguinho, realizador do Kipupa Malunguinho e guardião da Jurema Sagrada e da cultura ancestral. Pesquisa, ensina e preserva a língua, a história e a cultura Yorubá, o Coco e as tradições de raiz. Arte, sabedoria e espiritualidade caminhando juntas! 🪶🔥
🥁 Maia — Mestre Fundador do Lamento Negro
Maia (Osmair José) é o mestre fundador do Lamento Negro, bloco percussivo surgido em Peixinhos, Olinda, no final dos anos 1980. Criado no Centro Comunitário Daruê Malungo, o grupo nasceu como núcleo de resistência negra, fundindo samba-reggae, afoxé e maracatu. Foi do Lamento Negro que surgiu a sonoridade que deu origem ao Manguebeat, ao lado de Chico Science e Gilmar Bola 8. Maia é um dos grandes arquitetos dessa história — percussionista, educador e visionário que transformou o som da periferia em cultura mundial! 🖤🔥
🥁 Emerson Santana — "@Barrosantana"
Emerson Santana, conhecido nas redes como Barrosantana, é artista, músico percussionista e educador social em Olinda-PE.
Além de tocar, também confecciona tambores e ministra aulas de percussão, levando adiante o conhecimento não apenas no toque, mas também na fabricação e no ensino.
Faz parte dos projetos Tambor Olinda e Baquerebate das Montanhas — construindo, ensinando e tocando com raiz, dedicação e amor pela cultura! 🪵🙏🏿
Barro Santana 📷 Instagram
Selma do Coco — De Olinda para o Mundo
Selma Ferreira da Silva, nascida em Vitória de Santo Antão-PE, veio ainda criança morar no bairro da Mustardinha, no Recife.
Em sua canção "Minha História", gravada em 1998 no disco de mesmo nome, ela canta sua trajetória: "Há trinta anos eu morava na Mustardinha...", contando de onde veio e como foi reconhecida como Rainha do Coco.
Levou o coco das rodas de terreiro para o Brasil e o mundo, inspirou o projeto "A Hora do Coco" e é Patrimônio Vivo de Pernambuco. Sua história é a história de um povo! 🧡🔥"em Memória a ela, ao Filho e aos Netos" Eternamente grato pela oportunidade. 🙏🏿🪵🧡(boas lembranças e muita saudade)
Coco de Selma 📷 Instagram
















Comentários
Postar um comentário